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No
mais,
tudo
corria
bem.
Capitú
gostava
de
rir
e
divertir-se,
e,
nos
primeiros
tempos,
quando
iamos
a
passeios
ou
espectaculos,
era
como
um
passaro
que
saisse
da
gaiola.
Arranjava-se
com
graça
e
modestia.
Embora
gostasse
de
joias,
como
as
outras
moças,
não
queria
que
eu
lhe
comprasse
muitas
nem
caras,
e
um
dia
affligiu-se
tanto
que
prometti
não
comprar
mais
nenhuma;
mas
foi
só
por
pouco
tempo.
A
nossa
vida
era
mais
ou
menos
placida.
Quando
não
estavamos
com
a
familia
ou
com
amigos,
ou
se
não
iamos
a
algum
espectaculo
ou
serão
particular
(e
estes
eram
raros)
passavamos
as
noites
á
nossa
janella
da
Gloria,
mirando
o
mar
e
o
ceu,
a
sombra
das
montanhas
e
dos
navios,
ou
a
gente
que
passava
na
praia.
Ás
vezes,
eu
contava
a
Capitú
a
historia
da
cidade,
outras
dava-lhe
noticias
de
astronomia;
noticias
de
amador
que
ella
escutava
attenta
e
curiosa,
nem
sempre
tanto
que
não
cochillasse
um
pouco.
Não
sabendo
piano,
apprendeu
depois
de
casada,
e
depressa,
e
dahi
a
pouco
tocava
nas
casas
de
amizade.
Na
Gloria
era
uma
das
nossas
recreações;
tambem
cantava,
mas
pouco
e
raro,
por
não
ter
voz;
um
dia
chegou
a
entender
que
era
melhor
não
cantar
nada
e
cumpriu
o
alvitre.
De
dansar
gostava,
e
enfeitava-se
com
amor
quando
ia
a
um
baile;
os
braços
é
que...
Os
braços
merecem
um
periodo.
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